.linguise_switcher.side_by_side_lang_list.linguise_flag_rounded { right: 17% !important; top: 31px !important; }
NAVA
  • Soluções
    • Digital Strategy & Agile Development
    • Data
    • IA
    • Cloud
    • Cibersegurança
    • Infrastructure Technology Solutions
    • Intelligent Outsourcing
    • Observabilidade
    • Creative Innovation
  • Indústrias
    • Alimentos e Bebidas
    • Energia
    • Eventos
    • Finanças
    • Gestão e armazenamento de dados
    • Hotelaria
    • Logística / Transporte
    • Meios de Pagamento
    • Saúde
    • Seguros
    • Telecomunicações
    • Varejo
  • Quem somos
  • Carreiras
  • Insights
    • Blog
    • Sala de Imprensa
    • Materiais Ricos
  • Soluções
    • Digital Strategy & Agile Development
    • Data
    • IA
    • Cloud
    • Cibersegurança
    • Infrastructure Technology Solutions
    • Intelligent Outsourcing
    • Observabilidade
    • Creative Innovation
  • Indústrias
    • Alimentos e Bebidas
    • Energia
    • Eventos
    • Finanças
    • Gestão e armazenamento de dados
    • Hotelaria
    • Logística / Transporte
    • Meios de Pagamento
    • Saúde
    • Seguros
    • Telecomunicações
    • Varejo
  • Quem somos
  • Carreiras
  • Insights
    • Blog
    • Sala de Imprensa
    • Materiais Ricos
Vamos conversar
Voltar para Sala de Imprensa
  • Publicado em 23 jan 2026

2026 definirá o futuro das empresas que organizarem seus dados, hoje  

A discussão sobre Inteligência Artificial entra em 2026 sob um novo paradigma, guiado por três fundamentos que passam a determinar quem de fato capturará valor: a estruturação de dados, a capacitação contínua das pessoas e a infraestrutura energética capaz de sustentar modelos cada vez mais intensivos.  

Após anos marcados por expectativas infladas e pela busca apressada por disrupção, o mercado corporativo finalmente reconhece que a próxima fase da IA não será definida pelo brilho das novas tecnologias, mas pela solidez das bases que as tornam possíveis. Sem dados limpos e integrados, sem profissionais preparados para trabalhar com agentes autônomos e sem energia disponível em escala, qualquer ambição tecnológica se converte em promessa vazia. É nesse ponto de maturidade e de urgência que 2026 se afirma como o ano da aterrissagem.  

Esta constatação é reforçada por um estudo do MIT segundo o qual 95% das empresas falham em acelerar suas receitas com IA. Isso acontece em decorrência da tentativa de implantar autonomia sobre bases de dados desestruturadas, mantidas em silos e sem curadoria mínima para sustentar soluções avançadas. Ao mesmo tempo, o número de agentes de IA utilizados pelas companhias cresceu 119% no primeiro semestre de 2025 e deve continuar crescendo de maneira acelerada em 2026, de acordo com pesquisa da Salesforce. Os avanços concretizados e previstos confirmam que caminhamos na transição para uma era em que agentes autônomos são capazes de executar fluxos completos com mínima intervenção humana, tornando-se peça central das operações corporativas.  

O confronto dos dados do MIT e da Salesforce evidencia a discrepância entre ambição e capacidade operacional. Em lugar de data lakes, data dumps; em lugar de integração, sistemas que não conversam entre si; em lugar de sinfonia, torre de babel com modelos treinados sobre informações inconsistentes. Nenhum algoritmo, por mais sofisticado que seja, é capaz de gerar valor neste cenário. O ano de 2026 será o ponto de inflexão, separando empresas com visão estratégica das que acompanham tendências. Finalmente, o foco deixa de estar no próximo salto tecnológico para se concentrar na construção de uma base sólida e capaz de sustentar automações, modelos generativos e agentes autônomos em escala.  

Para quem ainda não se movimentou, fica o alerta: esse movimento é urgente. As estimativas mais recentes indicam que o setor de IA deve superar os US$ 400 bilhões até 2027, de acordo com a Stocklytics. O crescimento será impulsionado pela popularização de ferramentas capazes de criar agentes inteligentes para atendimento, marketing e suporte, como os construtores de modelos e agentes personalizados. A economia da IA é formada por aplicações práticas, voltadas à produtividade, e não apenas de modelos de grande porte.  

Para desfrutar dos benefícios há premissas inegociáveis. Governança, integração e dados limpos devem estar no centro da atenção. Sem isso, os agentes autônomos tornam-se frágeis e incapazes de escalar. Assim, arquiteturas como data mesh e data factory configuram-se como aspectos básicos de viabilidade. Empresas que ignorarem essa construção essencial continuarão acumulando iniciativas de alto custo e baixo retorno, resultados inexpressivos e dependência de intervenção manual.  

O ponto de atenção também está na sustentação de autenticidade. O mundo para o qual estamos caminhando deverá ter a maior parte do conteúdo gerado por IA, aspecto que traz implicações profundas na autenticidade da informação, na qualidade do debate público e no desenvolvimento humano. Pesquisas conduzidas pelo MIT demonstram que, embora grupos que utilizam IA cheguem mais rapidamente às respostas para desafios, a retenção de conhecimento é significativamente menor em comparação com aqueles que resolvem os problemas sem esse apoio. Assim, ao mesmo tempo em que a IA libera tempo e aumenta eficiência, passamos a notar a exigência de um esforço deliberado para evitar o enfraquecimento de habilidades cognitivas críticas.  

Nesse cenário, a capacitação da força de trabalho torna-se indispensável. Em um país onde a maturidade digital ainda é desigual, o letramento em IA será um dos principais determinantes de competitividade. Não adianta temer que máquinas substituam pessoas, é preciso reconhecer que profissionais capazes de usar IA substituirão aqueles que não dominam a ferramenta. Adaptabilidade e pensamento crítico passam a ter mais peso do que a experiência acumulada, deslocando a régua tradicional de competências. 

Por fim, a expansão acelerada da IA também traz à tona a discussão sobre infraestrutura e energia. Modelos cada vez mais potentes demandam centros de dados robustos e consumo energético crescente. Estima-se que a IA possa representar cerca de 3% de todo o consumo global de energia até 2030 de acordo com um relatório da Agência Internacional de Energia (IEA). Países com matrizes limpas e capacidade de expansão, como o Brasil, tornam-se estratégicos para esse novo ciclo, desde que avancem em políticas e investimentos estruturantes.  

O que se delineia para 2026 é uma fase de aterrissagem. As empresas que liderarem esse momento serão capazes de equilibrar ambição e rigor. São as que garantirão estrutura antes de escalar, e organização antes de inovar. A revolução da IA exigirá construir fundamentos sólidos para que a inovação, de fato, aconteça. O momento é menos definido pela tecnologia que se adota e mais pela capacidade de integrar dados, processos, pessoas e energia em uma arquitetura coerente e preparada para o futuro.  

*Emanuela Ramos é Chief Business Officer da Nava 

Notícias relacionadas

Visualizar todas as notícias
  • 2. set, 2026

Na briga pela principalidade, IA potencializa e evoluí o Customer Success bancário 

Mobile banking, segurança e CS preditivo redefinem a lealdade no setor, afirma especialista da Nava  São Paulo, agosto de 2026 – A experiência do cliente consolidou-se como um dos principais fatores na escolha da instituição financeira no Brasil e influencia diretamente a conquista da principalidade. Em um mercado onde quase 96% da população já é […]

Leia a notícia
  • 2. set, 2026

Nava e IBM Impulsionam eficiência operacional e cultura FinOps no Assaí, maior player do varejo alimentar do país

Com soluções IBM Turbonomic e IBM Cloudability, consultoria de tecnologia consolida governança de nuvem e escalabilidade em ambientes de alta complexidade. São Paulo, agosto de 2026 – A migração para a nuvem se tornou o alicerce operacional do varejo moderno, mas a escalabilidade representa um desafio complexo de gestão financeira. Estudo da Gartner mostra que […]

Leia a notícia
  • 2. set, 2026

O fim da confiança e a identidade como novo perímetro de segurança 

No cenário atual de cibersegurança, ostentar infraestrutura robusta deixou de ser diferencial competitivo para ser um pré-requisito muito básico de sobrevivência. Enquanto o Brasil enfrenta mais de 753,8 bilhões de tentativas de ataques registrados em 2025, o mercado começa a entender que o investimento em tecnologia, isoladamente, não resolve a equação. De acordo com o […]

Leia a notícia
E-mail

Quem lidera, decide antes.

Conteúdos estratégicos sobre tecnologia, dados, cloud e IA aplicados ao negócio direto na sua caixa de e-mail.

Navegação
  • Soluções
  • Indústrias
  • Quem somos
  • Carreiras
  • Soluções
  • Indústrias
  • Quem somos
  • Carreiras
Insights
  • Blog
  • Sala de Imprensa
  • Materiais ricos
Quem somos
  • Equipe
  • Linha do tempo
  • O que nos move
  • Sustentabilidade
  • Equipe
  • Linha do tempo
  • O que nos move
  • Sustentabilidade
Soluções

Creative Innovation

Digital Strategy & Agile Development

Data

IA

Cloud

Cibersegurança

Infrastructure Technology Solutions

Intelligent Outsourcing

Observabilidade

Legal
  • Política de privacidade
  • Política de cookies
  • Relatório de transparência salarial
  • Inventário de Gases de Efeito Estufa
  • Política de privacidade
  • Política de cookies
  • Relatório de transparência salarial
  • Inventário de Gases de Efeito Estufa
Conecte-se
  • LinkedIn
  • Instagram
  • Facebook
2026 © Copyright todos os direitos reservados a Nava.
NAVA
Gerenciar o consentimento
Para fornecer as melhores experiências, usamos tecnologias como cookies para armazenar e/ou acessar informações do dispositivo. O consentimento para essas tecnologias nos permitirá processar dados como comportamento de navegação ou IDs exclusivos neste site. Não consentir ou retirar o consentimento pode afetar negativamente certos recursos e funções.
Funcional Sempre ativo
O armazenamento ou acesso técnico é estritamente necessário para a finalidade legítima de permitir a utilização de um serviço específico explicitamente solicitado pelo assinante ou utilizador, ou com a finalidade exclusiva de efetuar a transmissão de uma comunicação através de uma rede de comunicações eletrónicas.
Preferências
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para o propósito legítimo de armazenar preferências que não são solicitadas pelo assinante ou usuário.
Estatísticas
O armazenamento ou acesso técnico que é usado exclusivamente para fins estatísticos. O armazenamento técnico ou acesso que é usado exclusivamente para fins estatísticos anônimos. Sem uma intimação, conformidade voluntária por parte de seu provedor de serviços de Internet ou registros adicionais de terceiros, as informações armazenadas ou recuperadas apenas para esse fim geralmente não podem ser usadas para identificá-lo.
Marketing
O armazenamento ou acesso técnico é necessário para criar perfis de usuário para enviar publicidade ou para rastrear o usuário em um site ou em vários sites para fins de marketing semelhantes.
  • Gerenciar opções
  • Gerenciar serviços
  • Gerenciar {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses objetivos
Ver preferências
  • {title}
  • {title}
  • {title}
NAVA
  • Soluções
  • Indústrias
  • Quem somos
  • Carreiras
  • Soluções
  • Indústrias
  • Quem somos
  • Carreiras
Insights
  • Blog
  • Sala de Imprensa
  • Materiais ricos
Linkedin-in Instagram Facebook-f
Vamos conversar!
NAVA

Deixe seu contato abaixo e, em breve, nossa equipe entrará em contato com você.

12:13
12:13